Publicado por: Felipe Cruz em: 20 Novembro 2009

Trombetas Celestiais
Da série “Quando uma foto é mais que uma foto”
Publicado por: Felipe Cruz em: 18 Novembro 2009
Publicado por: Felipe Cruz em: 17 Novembro 2009
Francesa se casa com namorado morto há um ano
Uma francesa se casou, no último sábado, com o namorado morto há um ano em um acidente de carro.
Em novembro de 2008, Magali Jaskiewicz e Jonathan Goerge moravam juntos havia seis anos e já tinham duas filhas quando deram entrada nos papéis e marcaram o casamento para janeiro deste ano.
Mas dois dias depois, Goerge sofreu um acidente fatal.
Jaskiewicz, no entanto, fez uso de um artigo do código civil francês que permite o casamento com uma pessoa falecida se ela já havia oficialmente dado início ao processo formal para realizar a união.
Cavalete
Apesar da lei, o casamento póstumo é raro na França, com apenas dezenas de casos registrados por ano no país.
Mas para conseguir realizar a sua união com Goerge, Jaskiewicz teve de esperar o processo passar por várias instâncias, até chegar às mãos da Presidência, que a acabou autorizando, em setembro passado.
Durante a cerimônia no último sábado, realizada na Prefeitura do vilarejo de Dommary-Baroncourt, no leste da França, Jaskiewicz usou o vestido de noiva comprado há um ano.
A seu lado, estava uma grande foto de Goerge sobre um cavalete.
“Não estou muito animada para festejar”, disse a noiva, após a cerimônia. “Vamos tomar um chá e vou agradecer àqueles que me apoiaram.”
“Jonathan é meu único amor”, afirmou.
Jaskiewicz agora passa a considerada oficialmente como viúva.
Publicado por: Felipe Cruz em: 16 Novembro 2009
O SBT fez essas imagens.
Publicado por: Felipe Cruz em: 15 Novembro 2009
Hoje é aniversário da menina mais inteligente e esperta que eu conheço: minha irmã Marina, que completa dois anos. Vai ter festinha, ela vai rir e brincar muito. E eu, o irmão coruja, vou ficar filmando, tirando fotos e babando. Esses dias, caminhando pelo centro de São Paulo, eis que encontro uma esquina em que o nome das ruas com o dia do meu aniversário (03 de dezembro) e o aniversário da Chuchu se encontram. Coincidência?
Marina, para você, que ainda não aprendeu a ler, mas que logo logo já estará lendo tudo, minha singela homenagem. Amo você!


Publicado por: Felipe Cruz em: 14 Novembro 2009

Decifra-me ou te devoro
Da série “Quando uma foto é mais que uma foto”
Publicado por: Felipe Cruz em: 12 Novembro 2009
Amanhã sai a matéria e hoje já está no ar o vídeo que fiz da Madonna em São Paulo. No portal do Estadão:
http://tv.estadao.com.br/videos,A-CHEGADA-DE-MADONNA-A-SAO-PAULO,77969,20,0.htm
Publicado por: Felipe Cruz em: 11 Novembro 2009
Quero muito rever esse filme. Sensacional.
Publicado por: Felipe Cruz em: 11 Novembro 2009
Publicado por: Felipe Cruz em: 11 Novembro 2009
Vergonha alheia.
O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, se recusou a dar entrevista para Record enquanto esperava para falar com a Globo, em Brasília, sobre o apagão/blecaute nacional. O episódio causou o maior barraco, que foi ao ar AO VIVO no HOJE EM DIA, da Record. Celso Zucatelli , apresentador do programa, se exaltou e provocou a repórter da Record a invadir o link ao vivo da Globo causando mau estar. Veja o vídeo da discussão.
Publicado por: Felipe Cruz em: 10 Novembro 2009
Algumas fotos de bastidores que fiz do primeiro dia do Festival Maquinaria, aqui em São Paulo.

Chino, do Deftones, se esbaldando na galera

Foto Exclusiva que fiz. Backstage do Maquinaria, com as várias guitarras do Deftones.

Foto exclusiva: Derrick Green, vocalista do Sepultura, no backstage, minutos antes de entrar no palco

Por do Sol, poeira alta e público enlouquecido

Isso que e area vip.

Do backstage: Camarim do Faith No More

Backstage: Camarins de Janes Addiction e Deftones

Dave Navarro e sua guitarra

Bastidores do Maquinaria. Foto exclusiva: Mike Bordin - baterista do Faith No More

Mike Patton, Vocalista do Faith no More.
Publicado por: Felipe Cruz em: 6 Novembro 2009
Confira mais um vídeo da matéria que fiz com o Sr. Aldo, que se diz o maior cinéfilo do mundo, durante a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
No link: http://bit.ly/1Mp0HY
Publicado por: Felipe Cruz em: 5 Novembro 2009
O fotógrafo Amos Nachoum conseguiu capturar, na costa do México, esta inusitada imagem de um tubarão “sorrindo”:

O jornal inglês Telegraph comparou a expressão do tubarão real ao personagem Bruce, do desenho animado Procurando Nemo.

Publicado por: Felipe Cruz em: 3 Novembro 2009

Metida a Gueixa
Da série “Quando uma foto é mais que uma foto”
Publicado por: Felipe Cruz em: 2 Novembro 2009

Tem Fogo?
Da série “Quando uma foto é mais que uma foto”
Publicado por: Felipe Cruz em: 1 Novembro 2009

Eu acho que sou um pombinho
Da série “Quando uma foto é mais que uma foto”
Publicado por: Felipe Cruz em: 1 Novembro 2009
Ontem eu estava passando pela Avenida do Estado quando vi uma movimentação do Corpo de Bombeiros no Rio Tamanduateí. Pensei que eles estavam retirando algum corpo de dentro do rio. Parei o carro. Qual foi a minha surpresa, os bombeiros eles estavam resgatando um cão, batizado de Pedro José. Fiz a foto e levei para o jornal. O cãozinho ficou famoso e a foto rodou o Brasil. Abaixo o printscreen dos sites onde a foto foi publicada com os links.
Clique aqui para ler a matéria do G1
Clique aqui para ler a matéria do R7




Publicado por: Felipe Cruz em: 31 Outubro 2009
Confira mais um vídeo da matéria que fiz com o público da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
No link: http://bit.ly/32s0Dd
Publicado por: Felipe Cruz em: 30 Outubro 2009

Crianças: só atravessam a rua de mãos dadas
Da série “Quando uma foto é mais que uma foto”
Publicado por: Felipe Cruz em: 29 Outubro 2009
Confira mais um vídeo da matéria que fiz com o público da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
http://tv.estadao.com.br/videos,DE-0-A-5-QUANTO-VALE-O-FILME,76290,0,0.htm
Publicado por: Felipe Cruz em: 28 Outubro 2009
Quando o relógio marcou pontualmente 23h, ontem, mais um capítulo na vida e morte de Michael Jackson foi escrito. Naquele exato momento, em todo mundo, um seleto grupo de artistas, jornalistas, músicos e fãs estavam entre os convidados para assistir a pré-estreia do filme “This Is It”, com os bastidores da mega turnê que o astro faria em Londres, caso não tivesse morrido.
Eu estava entre essas pessoas e o que vimos na tela nos dava a real certeza de que Michael Jackson iria sim conseguir cumprir a série de 50 shows programados para o final deste ano e início de 2010.
Não foi um filme chato e a edição contribuiu muito para isso. Boatos na época da morte do astro davam conta de que ele compareceu a poucos ensaios e em vários momentos parecia estar letárgico, lento, sem concentração. Não é isso que vemos na tela.
Os momentos escolhidos pelo diretor Kenny Ortega mostram Michael disposto, dando ordens, coordenando os mínimos detalhes da mega produção. Mostram também um cantor alegre, amoroso e perfeccionista. Certamente um deleite para os fãs.
Outro detalhe é o repertório. Só clássicos. Praticamente todo mundo que estava na sala conheciam as canções (e se seguravam na cadeira para não sair dançando junto com Michael).
O evento foi simples. Convidados foram orientados a chegarem com meia hora de antecedência e todas as seis salas do Kinoplex Itaim, em São Paulo, ficaram completamente ocupadas. No Brasil, as informações da distribuidora falam em mais de 50 mil ingressos vendidos com antecedência. A previsão é de que o filme fique em cartaz por apenas duas semanas. Mas já circula a informação de que esse prazo será prorrogado.
O resultado é mais do que positivo (exceto pelo fato de não ver Michael fazendo o famoso passo Moonwalk). Desfigurado pela infinidade de cirurgias plásticas, a figura do artista assusta, mas sua animação e vitalidade no palco, pelo menos nas cenas mostradas no filme, não indicam um milímetro que ele estivesse a beira da morte.
O final deixa a desejar. O diretor poderia ter explorado a comoção dos fãs no dia da morte ou o discurso da filha do cantor no dia do funeral. Mas não. Em momento algum o filme faz referência a morte do astro. Se um ET pousasse na Terra e assistisse “This is It” sairia convencido de que um gênio da música estava ensaiando seu próximo show e em momento algum desconfiaria de que ele teria morrido.
Já do lado de fora da sala de cinema a tentação foi maior e meu iPod voltou (novamente) a tocar Michael Jackson.
Publicado por: Felipe Cruz em: 28 Outubro 2009
O diploma não vale mais? Então, faça o curso de Jornalismo online em 45 horas e receba o diploma em casa! (valor:R$ 40)
No link: http://bit.ly/1rsQNX
Publicado por: Felipe Cruz em: 28 Outubro 2009
Confira o vídeo da matéria que fiz com o público da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
http://tv.estadao.com.br/videos,MOSTRA-INTERNACIONAL-CRITICOS-DE-PORTA-DE-CINEMA,76020,253,0.htm
Publicado por: Felipe Cruz em: 27 Outubro 2009
Vi essas esculturas ‘in loco’ no início deste mês lá mesmo em Paris, no Museu do Rodin. Mas os brasileiros poderão apreciá-las também, já que elas foram trazidas para o Brasil e estão em exposição no MASP. Veja aqui a matéria.
Abaixo a obra “As três sombras” – mas também conhecida como “Integrantes da Sala Preta se aquecendo”

Publicado por: Felipe Cruz em: 26 Outubro 2009

Em Israel, no meio do deserto, na fortaleza do Rei Herodes, em Masada, uma máquina de Coca-Cola destoa como uma miragem.
Publicado por: Felipe Cruz em: 25 Outubro 2009
Em Sergipe, se você quiser fazer a unha, cortar o cabelo, barba etc, certamente você terá o seu ar-condicionado particular.

Ar condicionado sergipano
Publicado por: Felipe Cruz em: 23 Outubro 2009
Achei em uma lojinha no meio do deserto jordaniano cédulas de dinares iraquianos com a foto do Sadam a venda como souvernir. Do meu grupo (a maioria judeus e americanos) ninguém comprou. Cada cédula saia por $3 dolares americanos e algumas eram falsas.

Dinares Iraquianos
Publicado por: Felipe Cruz em: 23 Outubro 2009
Olha só a foto que fiz da foto em Petra.
Nada contra a indumentária da moça. A questão é, a recordação da viagem a Petra vai ficar totalmente coberta pela roupa, afinal, como saber quem ela é se só dá para ver os olhos?

Flagrante em Petra
Publicado por: Felipe Cruz em: 21 Outubro 2009
Produzida em Ramalah, na Palestina – e consumida em Jerusalém, no bairro muçulmano.

Coca Cola Árabe
Publicado por: Felipe Cruz em: 21 Outubro 2009
Antes de me crucificarem, eu aviso. Só comi no Mc Donald’s em Paris apenas uma vez. É obvio que experimentei a gastronomia parisiense, gastei muito dinheiro, é verdade. Mas quis também um dia comer no Mc Donald’s, por dois motivos. O primeiro, para saber se o gosto do Quarteirão com Queijo parisiense é o mesmo do Brasil. O segundo era para conferir se o impagável diálogo entre Jules e Vincent em “Pulp Ficton” sobre o Quarteirão era também verdade. Nos Estados Unidos, o sanduíche se chama “Quarter Pounder” e no Brasil, “Quarteirão com Queijo”.
O diálogo entre os dois personagens consistia em dizer que a diferença entre França e EUA está em pequenos detalhes, como o fato do Quarteirão lá ser chamado de Royale Cheese e vir com maionese para a batata. A mudança no nome foi feita, segundo os personagens, porque os franceses não entendem nada do sistema métrico americano. Diz um trecho do diálogo: “A lotta the same shit we got here, they got there, but there they’re a little different”. A foto abaixo não me deixa mentir.

Royale Cheese com maionese
Ainda no universo gastronômico, mas agora Israelense, depois de comer falafel, humus e comida Kosher (para quem nao sabe o que é comida Kosher, leia aqui) em Jerusalém, resolvi comer também no Mc Donald’s Kosher. Mas será que Quarteirão judeu também tem o mesmo gosto? Não!
Para começar, eu não consegui achar o quarteirão com queijo no cardápio, por causa de uma diferença básica: Judeus não comem carne e queijo juntos. Para ser Kosher, não pode misturar as duas coisas. Por isso, comi um Big Mac. Mas sem queijo. Foi a primeira vez que a famosa musiquinha “Dois hamburgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles, num pão com gergelim” não foi cumprida. Veredicto: o Big Mac de Israel não tem o mesmo gosto no Brasil.
Mas, ainda no universo israelense, judeu e tarantiniano – resolvi assistir Bastardos Inglórios em Israel. (filme do Tarantino que mostra um grupo de soldados judeus americanos que vão para a Segunda Guerra matar nazistas). Posso dizer que foi uma experiência ímpar. Se no Brasil nós já nos reviramos na cadeira de gozo ao ver a vingança sendo feita (mesmo que na ficção), em Israel a catarse era coletiva. Gritos, urros, palmas, risadas, enfim, tudo ao mesmo tempo cada vez que o Urso Judeu destruía o cérebro de um nazista com um taco de basebol. No final era quase possível sentir a sensação de excitação coletiva ao sair da sala de cinema. Sensacional!
Aproveito para reproduzir o diálogo do Royale Cheese, que citei acima.
[VINCENT]
I know, baby, you’d dig it the most.. But you know what the funniest thing about Europe is?[JULES]
What?[VINCENT]
It’s the little differences. A lotta the same shit we got here,
they got there, but there they’re a little different.[JULES]
Example ?[VNCENT]
Alright, when you …. into a movie theatre in Amsterdam, you can buy beer.
And I don’t mean in a paper cup either. They give you a glass of beer
And in Paris, you can buy beer at MacDonald’s.
And you know what they call a Quarter Pounder with Cheese in Paris?[JULES]
They don’t call it a Quarter Pounder with Cheese?[VINCENT]
No, they got the metric system there, they wouldn’t know what the fuck a Quarter Pounder is.[JULES]
What’d they call it?[VINCENT]
They call it Royale with Cheese.[JULES]
Royale with Cheese. What’d they call a Big Mac?[VINCENT]
Big Mac’s a Big Mac, but they call it Le Big Mac.[JULES]
Le big Mac ! Ahhaha, what do they call a Whopper?[VINCENT]
I dunno, I didn’t go into a Burger King.
But you know what they put on french fries in Holland instead of ketchup?[JULES]
What?[VINCENT]
Mayonnaise.[JULES]
Goddamn![VINCENT]
I seen ‘em do it man, they fuckin’ drown ‘em in it.[JULES]
Uuccch!
Publicado por: Felipe Cruz em: 21 Outubro 2009

Pensando no museu do Rodin, em Paris.
Publicado por: Felipe Cruz em: 21 Outubro 2009
Férias é para isso. Num dos parques de Paris, descalço e esquecendo da vida.

De Pernas Pro Ar
Publicado por: Felipe Cruz em: 21 Outubro 2009
Quando pedia dicas para amigos de lugares para visitar em Paris, cada um dizia uma coisa diferente. Para cada um deles, cada local era indispensável e eu teria que ir. Teve gente que falou para ir em cemitérios, museu do Louvre, D’Orsay e do Rodin, locações do filme da Amelie Poulain, andar a pé pela cidade, andar de bicicleta e fazer compras em maisons. Mas, cada um descobre a cidade a sua maneira. Por via das dúvidas, fui em quase todos os lugares acima. Mas, mais forte do que eu, eram meus olhos que miravam para os carrões da cidade. Na Champs-Élysées, ao invés das lojas da moda, fui nas lojas de carros: Citroen, Peugeot, Renault…

No meio do caminho tinha uma Ferrari, no Trocadero. Isso porque eu não fotografei o Porche estacionado ao lado. Primeiro mundo é outra coisa.

Paris é povoada por esses carrinhos, o Smart. Nesse, a vaga é imensa para ele. Em outra foto, não publicada aqui, ele esta em uma vaga completamente improvável.

Perto do Louvre, um Audi. Mas não um Audi qualquer...
Publicado por: Felipe Cruz em: 21 Outubro 2009
Um colega me alertou: “Cuidado. Em Paris a viadagem usa de meios subliminares para te levar para o lado negro da força.” Devidamente alertado, fiquei esperto e não deixei que tais subterfúgios me influenciarem. Abaixo, as fotos do crime.

Próximo ao meu hotel, uma placa apontando para um hospital. Será que eles queriam me curar?

Viatura fazendo a fiscalização em lugares públicos

Até nas estações de metrô, há mensagens subliminares. No detalhe a estação Brochant - em português lê-se "broXantE" :)
Publicado por: Felipe Cruz em: 21 Outubro 2009
Estou de volta ao Brasil. Como era de se esperar, não publiquei absolutamente nada enquanto estive no exterior. Também, nem tive tempo. Mas vou tirar o atraso agora. Nos posts seguintes minhas impressões sobre a viagem
Publicado por: Felipe Cruz em: 26 Setembro 2009
Oficialmente minhas férias começaram ontem e oficialmente hoje eu começo uma série de posts sobre minha viagem para Europa, Oriente Médio e… Sergipe.
Na realidade era para eu ter tirado minhas férias em abril deste ano. Naquela época, também estava programando uma viagem para Israel, mas aí os judeus e os palestinos começaram a tampar na porrada e a barra ficou pesada, mesmo para um brasileiro. Decidi que não iria mais para Israel e adiei minhas férias para final de setembro e início de outubro. O destino seria alguns países da Europa como Espanha, Itália, Alemanha, Holanda e França.
Mas eu fui enrolando, o tempo foi passando e a situação em Israel já estava melhorando. Resolvi, portanto, manter o plano original e comprei as passagens pela Air France. Como o voo faz conexão em Paris, pensei que seria uma boa ideia esticar alguns dias por lá e é o que vou fazer. Embarco amanhã para Paris, onde ficarei até sexta-feira. Em seguida pego um voo para Tel-Aviv onde uma amiga me espera. De lá iremos conhecer os principais pontos turísticos do país. No último dia, pego um ônibus em Israel e vou para Petra, no meio do deserto da Jordânia
O “plus-a-mais” da viagem ficará por conta de Aracaju, em Sergipe. Como meu pai já estará de férias por lá, eu pego o avião de volta de Israel direto para as terras de Joel Silveira. Por lá pretendo visitar um dos maiores cânions navegáveis do mundo.
Ok. Eu assumo. Meu roteiro é vesgo. Vou fazer um monte de voltas, para um monte de lugares diferentes, em apenas 20 dias, sem conexão cultural com nenhum deles. Ou seja: vai ser demais!
E, engana-se quem pensa que eu comecei a pensar essas férias apenas ontem. Planejar tudo sozinho tem lados positivos e negativos. Por exemplo, tive que contratar um plano de saúde (que não cobre ataques terroristas – não achei nenhum que cobrisse), trocar dolares e euros, reservar hoteis, fazer o roteiro dos lugares que quero visitar em Paris, enfim… Perder um bom tempo planejando os mínimos detalhes. Já separei também câmera filmadora e fotográfica, óculos escuros e dois charutos cubanos, presente dos meus irmãos (que visitaram recentemente o Equador e o Panamá). Um para fumar em Israel e outro para fumar em Paris.
Um dos problemas de ser jornalista, é não conseguir não ficar alheio a nada. Imagine se começa mais uma guerra em Israel? Será que eu vou conseguir ignorar o fato e não ligar para a redação aqui no Brasil avisando que eu estou por lá? Acho que não. De qualquer forma, uma coisa é certa. Meu olhar sobre esses lugares que irei visitar não será de apenas um turista.
Em breve mando mais notícias.
Publicado por: Felipe Cruz em: 25 Setembro 2009
Mulher histérica dá show em frente de uma casa só por causa de um chip de celular. Muito engraçado.
Publicado por: Felipe Cruz em: 25 Setembro 2009

Purple carpet no Ibirapuera, SP
Publicado por: Felipe Cruz em: 25 Setembro 2009

Sua Burra!
Da série “Quando uma foto é mais que uma foto”
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