Publicado por: Felipe Cruz em: 29 Julho 2008
Mais uma matéria minha
Quem passa na frente de um pequeno prédio na bucólica Rua Paracuê, na Vila Madalena, não imagina que, ali dentro, há um museu repleto de imagens demoníacas, produtos de despachos, sapos com bocas costuradas e provas de fenômenos parapsicológicos. Este “acervo” arrepiante pertence a ninguém menos que Padre Quevedo – que, desde 1970, quando fundou o Centro Latino-Americano de Parapsicologia (Clap) no local, vem recolhendo, guardando e catalogando os mais diversos objetos que hoje compõem o Museu de Parapsicologia.
“Peço a todos que façam macumbas contra mim e me avisem onde elas estão para eu ir buscar. Quero guardá-las no museu. Isto non ecxiste”, diz Quevedo, repetindo o seu famoso bordão.
Ao entrar no museu, um inevitável calafrio sobe pela espinha. Muitas das peças são trabalhos espirituais para encomendar a morte do padre. “Veja, a vela é preta e vermelha. É para matar”, explica, apontando em seguida para uma estante onde é possível ver vários ataúdes em miniatura. Dentro de um deles, Quevedo encontrou um sapo vivo, com a boca costurada. “Levei para um oftalmologista e ele viu que dentro da boca do animal havia uma foto minha. O sapo morreu e eu o guardei num pote com álcool.”
Ignorando o significado maligno atribuído a esses objetos, é possível até encontrar beleza no museu. É o caso, por exemplo, de um singelo barco de madeira. Ele foi encontrado em um convento de freiras. Assustadas, elas não se atreveram a tocá-lo. Com várias figuras pintadas de preto em um minucioso trabalho de entalhe, o barco, segundo Quevedo, encomendava o mal para as freiras. “Achei-o bem feito, peguei e trouxe para o Clap.” Há ainda várias outras imagens. A maior tem 1,5 m de altura e foi encontrada em uma encruzilhada.
Colchão queimado
“Como o museu é pequeno, eu não trago peças repetidas”, explica Quevedo, que também reserva no local um espaço para provas de fenômenos parapsicológicos, como um colchão queimado, segundo o padre, por combustão espontânea. Manifestações como essa, diz Quevedo, só podem acontecer a até uma distância de 50 metros. “Estando mais longe, o inconsciente não consegue realizar este tipo de fenômeno”, afirma.
Entre as peças mais sinistras, Padre Quevedo cita uma centena de agulhas retiradas do corpo de uma mulher. Segundo o estudioso, ela as encontrou em frente à sua casa, espetadas em um ‘trabalho’. No dia seguinte, conta Quevedo, os objetos estavam dentro do corpo da moça. “É um fenômeno chamado aporte, algo parecido com o teletransporte”, explica.
O museu é aberto ao público – aos que tiverem coragem e estômago para entrar – e conta com quase 800 peças. No Clap há ainda uma vasta biblioteca com mais de nove mil livros sobre mágica, parapsicologia e doutrinas religiosas.
Museu do Clap (Centro Latino Americano de Parapsicologia). Rua Paracuê, 47, Vila Madalena. Aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 19h. É necessário agendar horário pelo telefone 3873-8831.
BOA NOITE
CONHECI UMA PESSOA QUE FALAVA NOMES DE MEUS FAMILIARES SEM NUNCA TER OS CONHECIDO. INCLUSIVE DETA=LHES DE COMO ELES ERAM O QUE OIRIA ACONTER O QUE JÁ TINHA ACONTECIDO . COMO ISTO É POSsIVEL
FALA COISAS MUITO PARTICULARES QUE SÓ EU SABIA
ELE DISSE AMIM .. QUANDO , ONDE NOME DO HOSPITAL , NOME DO MÉIDO > O LOCAL O BAIRRO .. DE QUE FORMA IRAIA MORRER O MEU PAI . 2 ANOS ANOS ANTES
ELE FALAVA NA FRENTE DE DIVERSAS PESSOAS AS SUAS PARTICULARIDADES .ENCLUSIVE A MINHA
27 Abril 2009 às 11:01 am
Muito interessante esse museu…….