Mulher dança “Créu” sem calcinha e casamento acaba em confusão
Matéria publicada hoje no Diário de S.Paulo. Como diz um um colega nosso, esse é o “famoso jornalismo-moleque”. Sensacional!
Som Na Caixa
Mulher dança “Créu” sem calcinha e casamento acaba em confusão
SÃO PAULO – Uma festa de casamento terminou em pancadaria em Franca, a 400 quilômetros da capital, na madrugada de domingo. Tudo porque uma convidada resolveu dançar o funk do “Dança do Créu” na pista. O detalhe: sem calcinha. O marido, ofendido com as gracinhas de outros marmanjos na pista, foi tirar satisfação. Não demorou muito para o quebra-pau tomar conta da festa. A Polícia Militar foi chamada para controlar os convidados que chegaram a se agredir no meio da rua.
A briga ocorreu dentro do salão de festas do Clube da Polícia Militar, que havia sido alugado para o casamento. A PM informou que foi acionada e, quando chegou ao local, encontrou garrafas e cadeiras quebradas e espalhadas pelo chão. O grupo que ainda brigava dentro do salão foi para a rua e, mesmo com a presença da polícia, não parou de se espancar. Somente após uma intervenção dos PMs é que o tumulto foi interrompido. Algumas pessoas que levaram garrafadas nas costas, orelhas e testa, foram levadas à Santa Casa.
Segundo o site Cosmo Online, a briga começou após um convidado passar a mão nas nádegas da mulher que, rodeada de homens, dançava a “Dança do Créu”. O site diz que o marido dela partiu para cima do primeiro e a pancadaria começou.
Um sapateiro de 23 anos que foi acusado de passar a mão na mulher negou as acusações ao Diário de S.Paulo.
- Estava sentado com a minha mulher e meus filhos e fui para perto da pista. Sem querer, esbarrei no ombro de um homem que não conheço. A esposa dele já segurou na minha garganta e ele me deu uma garrafada – diz o sapateiro que preferiu não se identificar.
Ele conta que foi para o banheiro e encontrou alguns amigos, que decidiram revidar a agressão. Testemunhas afirmam que havia 500 pessoas e pelo menos 50 delas se envolveram na briga.

Deus do céu, que porbrice mental.
Só em casamento de maloqueiro favelado mesmo pra tocarem creu e ainda por cima terminar em quebra-quebra.
Ainda dizem que Americano/Português/(Ponha a etnia que lhe convir) é burro, mas brasileiro ganha de todos, eta pobreza mental.
Se esta mulher e os demais convidados fossem evangélicos, isto jamais teria acontecido.
Que idiotiçe de se falar… Cara Ana Paula, quanta palhaçada você conseguiu dizer em uma pequena frase. É por causa da sua hipocrisia e de mais um monte de gente iguais a você que esse país esta a merda que esta.
eahueahueahueahu sim é sim vc que pensa..
aqui onde eu moro conheço mtaaaas crentinhaaas safadas e nao é só uma não ta.. entao nao vem me fala que crente é satinha nao..
CAro amigo a palavra crente vem de cre,quando falamos que uma pessoa é santa ,estamos pecando
porque santo só o senhor jesus,olhe para jesus e esqueça as crentinhas como voçê diz.
obs;ouve,filho meu,e aceita as minhas palavras, e se te multiplicaraõ os anos de vida(prov4,10)
tchau fica com jesus
.
Ana tá certa, se fosse crente de VERDADE, não lobos com pele de ovelhas, jamais isso iria acontecer….agora a mulher vai pra uma festa sem calçinha e ainda por cima quer dançar créu…tinha que acontecer isso mesmo…duas opções: o marido é corno manso e a mulher uma paralela daquelas.
Winicius crente não é santo e nem deixa de pecar, porém luta pra não errar, quanto a estas que vc fala, as safadas se faz de crente, blz?
Diogo bobeira foi o que vc disse, se o mundo estivesse debaixo das asas de Deus o mundo seria melhor…
Ana: Ninguém joga pedra em uma árvore que não tenha frutos! Continue assim! vencedora…
CRENTE DO RABO QUENTE ! IUEHIOAEHAHEIAUHOA
Conheço muita evangélica que faz isso que a mulher fez no casamento. Aliás as maiores safadas que conheci sempre eram evagélicas.
em primeiro lugar acho que todos vcs que comentaram aqui
estão confundindo as coisas,estamos aqui para comentar sobre o fato ocorrido,não para julgarmos as pessoas.quem é certo ou errado
somente Deus pode dizer,não adianta ficarmos aqui especulando
coisas sobre outras pessoas.
by