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O show do Santos 8 X 0 Bolívar pela Libertadores

Incrível! Um show de bom futebol.

Com goleada e show de Neymar, Santos passa pelo Bolívar-BOL.

Santos 8 x 0 Bolivar, Gols e Melhores Momentos da Taça Libertadores 2012 10/05/2012

Os gols de Santos 8×0 Bolivar pela da Taça Libertadores 2012

Melhores Momentos de Santos 8 x 0 Bolivar – Santos vs Bolivar (8-0) All Goals Highlights

Santos 8 x 0 Bolivar 2012

Gols: Elano, Neymar, PAULO HENRIQUE GANSO, Alan Kardec, Neymar, Borges

SANTOS: Rafael; Henrique; Edu Dracena; Durval; Juan; Adriano; Arouca; Elano; Paulo Henrique Ganso; Neymar; Alan Kardec

BOLIVAR: Marcos Arguello; Rodríguez, Frontini, Valverde e Álvarez; Flores, Lízio, Cardozo e Campos; Arce e Cantero

Estrela Virada

Por Felipe Branco Cruz

Heleno de Freitas (1920-1959) foi o primeiro jogador de futebol a ganhar status de estrela no Brasil. Boêmio, bad boy e mulherengo, o jogador vivia entre os gramados e o cassino Atlântica. Morreu jovem, aos 39 anos, consumido pela sífilis, num manicômio no interior de Minas Gerais. A história deste jogador pré-Pelé, pré-Maracanã e ídolo do Botafogo será contada nos cinemas a partir do dia 30, no filme Heleno, com Rodrigo Santoro no papel-título e Alinne Moraes como sua mulher.

O longa teve orçamento de R$ 8,5 milhões, sendo que metade do valor foi doado pelo empresário magnata Eike Batista, botafoguense roxo. Ao JT, Santoro falou sobre o preparo para encarar o personagem, que envolveu aulas de futebol com o ex-craque Claudio Adão, e sobre a dificuldade para perder 12 quilos para representar o período mais crítico da saúde de Heleno. “Não é um filme sobre futebol e, sim, sobre a vida deste polêmico personagem”, diz o ator.

No filme, há poucas cenas suas jogando futebol. Onde está o Rodrigo futebolista?
O Zé (o diretor José Henrique Fonseca) me prometeu que vai colocar nos extras do DVD. Mas não filmamos muitas cenas de futebol. Nunca pensamos em reproduzir uma partida. A ideia sempre foi mostrar o futebol pela ótica de Heleno de Freitas, pelo sentimento dele. Ele vai lembrando de tudo aquilo. Mas temos muito material de futebol que não está no filme. É complicado reproduzir a emoção do estádio. A ideia não era reproduzir o virtuosismo do Heleno e, sim, quem ele foi.

Para interpretar Heleno, você teve aulas com o jogador Claudio Adão. Virou craque?
O que aconteceu foi o seguinte: melhorei meu futebol (risos). Quando vou para a pelada, não sou mais o último a ser escolhido. Treinei muitos fundamentos. É a mesma coisa quando fiz Os Desafinados (2008). Aprendi a tocar música, mas não para tocar no filme, mas no processo de entender o personagem. Já sabia que não teria tantas cenas de futebol, nem que eu seria um craque.

Você também está em cartaz com o filme Reis e Ratos. Acha que esta grande exposição desgasta sua imagem?
São dois trabalhos completamente diferentes. O espectador que viu um vai ver o outro. Expostos, nós estamos a maior parte do tempo. A vida de quem convive com a fama é estar exposto. Lido com isso diariamente.

Qual é a diferença entre interpretar um personagem fictício e um que existiu?
Quando existe uma referência, como o caso do Heleno, ou do (líder cubano) Raúl Castro, que também já interpretei, existe uma responsabilidade e um compromisso maiores com a imagem que temos dele na cabeça. Nesse sentido, há um pouco menos de liberdade de criar, mas temos um ponto de partida. No caso do personagem fictício, não existe essa referência para fazer comparação. São formas diferentes de trabalhar.

Existem poucos registros em áudio e vídeo de Heleno. Como pesquisou sobre ele?
Muitos arquivos foram queimados em um incêndio. Existia um grande material dele, mas se perdeu. Há pouca coisa. Tentei ouvir o máximo possível, pesquisei em outras fontes e conversei com alguns parentes, inclusive com o filho dele (Luis Eduardo de Freitas).

O que foi mais desgastante de fazer: as cenas em que ele está debilitado ou quando ele tem acessos de raiva?
As cenas de futebol me deram um certo desconforto, porque foram feitas de madrugada e na chuva. Mas eu me divertia, porque me sentia um craque. Acho que a segunda parte, em que tive de fazer dieta, perder peso e a saúde mental, foi a mais pesada mesmo. O cansaço era físico, emocional e mental. Mas foi tudo feito com acompanhamento médico.

Como foi para emagrecer?
Essa é a terceira vez que faço uma dieta rigorosa para um personagem. Perdi 12 quilos. Fácil não é, nem divertido. Foi um comprometimento meu. Ele morreu de paralisia generalizada e foi consumido pela doença (sífilis) e realmente perdeu muito peso. Eu não queria usar muita maquiagem. Achei que emagrecer mesmo era a melhor solução. Paramos o filme durante 40 dias para eu perder peso, mas, desde o primeiro dia de filmagem, eu fui emagrecendo naturalmente.

E como era essa dieta que você fez? O que podia comer?
Nada… Quer dizer, pouquíssimo carboidrato. E suar muito com exercício físico. Muitas verduras e legumes. Mas não tenho uma receita de dieta. A dieta milagrosa é disciplina para educar o corpo. E eu não recomendo perder tantos quilos rapidamente. Uma dieta tem de ser feita com tempo.

Apesar das controvérsias, você tem uma relação de carinho com o Heleno hoje?
Simplesmente não o julgo. Especialmente enquanto artista, eu não posso julgar, senão vou comentar o personagem e provavelmente vou cair num estereótipo. Ele tinha uma série de adjetivos e procurei compreender de onde ele vinha, o que ele vivia, qual era a história. Quando fiz Carandiru (2003), entrevistei travestis. É um típico estereótipo. A solução que achei veio ao conversar com um travesti que me disse: “Quer entender como a gente se sente? Você tem mãe e irmã? Fica com elas. É assim que eu me sinto”. Isso me ensinou uma lição. Com Heleno, foi igual. Tenho de ficar neutro na história.

Você também é produtor do filme. Como foi seu trabalho?
Começou desde o desenvolvimento, antes do roteiro. Pensamos no filme, no personagem. Pesquisamos sobre ele e, a partir dele, desenvolvemos o roteiro. E eu também trabalhei para conseguirmos patrocínio.

Capa do Meia Hora: Vasco vice de novo!

Mais uma impagável capa do jornal Meia Hora

Assista aos gols do jogo Flamengo 5 X 4 Santos em 27/07/2011

Um jogo incrível para entrar para a história. Só golaço. Um show de bom futebol. Na Vila Belmiro, em Santos.

Flamengo 5 X 4 Santos, em 27 de julho de 2011, pelo Campeonato Brasileiro

Capa do Jornal Meia Hora – Corinthians Campeão Brasileiro

Mais uma impagável capa do jornal Meia Hora

Cléber Machado narrando uma suruba, pode Arnaldo?

Robinho, Neymar e Ganso

Muito engraçada a nova propaganda da Seara fazendo uma sátira da música All The Single Ladies da Beyoncé com o Robinho, o Neymar e o Ganso fazendo coreografia. Morri de rir.

Israel X Palestina e o Futebol

Adorei a nova propaganda do banco Itau sobre o futebol e a guerra no Oriente Médio. Quando estive em Jerusalém, andei pela cidade usando a camisa do Brasil e pude sentir na pele como o povo de lá é receptivo quando usamos a camisa da seleção. Tanto judeus como árabes, espontâneamente conversavam comigo, me convidavam para tomar café e diziam adorar o futebol brasileiro. Andei sem me preocupar (aliás me sentindo seguro, até) pelos bairros católico, judeu e muçulmano. E eu não era o único. Vi muitos outros brasileiros também com a camisa da seleção. Meu guia, mais acostumado em acompanhar americanos, me perguntava o tempo inteiro, porque as pessoas me paravam na rua. Ele queria saber como elas sabiam que eu era brasileiro e porque me tratavam com tanta receptividade.

Abaixo o Muro das Lamentações e o vídeo da propaganda.

Muro das Lamentações - Jerusalém

Muro das Lamentações - Jerusalém

Golaço do Robinho

O golaço que o Robinho fez hoje contra o São Paulo, no seu retorno ao time.

Comentarista esportivo desmaia durante transmissão

Durante transmissão de um jogo pelo campeonato gaúcho, comentarista esportivo passa mal e desmaia ao vivo. Fazia 37 graus no momento.

Flamengo Hexacampeão!

Enquanto no Rio de Janeiro os cariocas gritavam Hexacampeão, em Recife, Pernambuco, a manchete dos jornais foi clara: Flamengo Penta Campeão. Isso porque o Sport, de Recife, reivindica o título de Campeão Brasileiro de 1987. Neste ano, o Flamengo venceu o módulo Verde, que reunia os melhores clubes brasileiros e se recusou a enfrentar o Sport, vencedor do Módulo Amarelo. A CBF reconhece o Sport como campeão brasileiro e, no folclore futebolístico, os dois times dividem o título brasileiro de 87.

No texto do jornal de hoje, lá de Pernambuco, eles nem questionam a decisão. Simplesmente falam do jogo, como se realmente o Flamengo fosse penta. Repito, não há no texto qualquer referência a vitória do Flamengo em 87.

O texto completo deles aqui – Para não dizer que não falam nada, no Blog do jornal eles comentam o assunto.

Diário de Pernambuco de hoje

Diário de Pernambuco de hoje

Luciano do Valle confude Band com Globo

Engraçadíssima gafe de Luciano do Valle, ontem, na Band – durante o jogo entre Fluminense e LDU, pela copa Sulamericana.

É Tetra!

Frase do Dia

“Se ele não fosse baixinho ele marcava o milésimo gol”
Declaração do pai do Romário em entrevista ao jornal Extra, comentando a foto acima.

Faixas que a Globo não mostra

Sinceramente deveríamos fazer uma enquete para saber quem, de livre e espontânea vontade, abaixa o som da TV para não ter que ficar ouvindo o Galvão Bueno narrar os jogos. Eu bem que tentei sintonizar outro canal, mas como não tenho canal por assinatura no meu quarto eu não consegui.

Bom, o resultado? Somente vi e NÃO ouvi o jogo. Beeeeeeeeem melhor. Me dá nos nervos ouvir esse pseudo narrador torcendo sempre para o lado oposto. O quê? Você acha que ele é isento e não torce para nenhum dos lados? Mentira!

Por acaso durante os jogos de Brasil X França, você não reparou que ele falava incansavelmente que o Zidane (ou Zizou, como ele mesmo gosta de chamar) estava dando um espetáculo? (Aliás, você já reparou como o Pseudonarrador gosta de dar apelido as pessoas? Por exemplo: Schumacher para ele simplesmente Schumi). Se lembra do jogo da França X Portugal? Neste eu não aguentei ouvir nem dois minutos de narração, descaradamente o bosta do Galvão ficava gourando o glorioso Portugal!!!

Pior ainda foi na final da copa, o Mala (Sem alça) do Galvão torcer o tempo inteiro para a França e quase (eu disse quase) aplaudir a cabeçada do “Zizou” no italiano. Eu aposto, que a matéria do Fantástico (errônea por sinal) dizendo que o Italiano xingou a irmã do zizou foi plantada pelo Galvão.

Na realidade, ficou-se explicado depois, que o italiano chamou Zidane de terrorista, devido a sua descendência Argelina.

E para não dizerem que sou o único e que estou mentindo, eis abaixo algumas faixas expostas nos jogos da Copa do Mundo (e lógico, a Globo não mostrou). Agora, raciocina comigo, para uma pessoa fazer uma faixa e expor num jogo da Copa do Mundo, EM OUTRO PAÍS, falando mal de um narrador, deve ser porque essas pessoas realmente não gostam do Galvão!

E tenho dito!

Viva a Terrinha!

É hoje, ora pois! O grande jogo de futebol. Portugal X França, nas meias-finais.
Como o Brasil só nos deu decepção, agora é a vez de ter alguma alegria nesta Copa do Mundo. Viva Portugal.


Na foto: Eu no trabalho (fábrica francesa da Peugeot Citroën) mostrando à todos, que mesmo em fábrica francesa o pessoal torce por Portugal, o pá!

Os noticiários deveriam ignorar…

Eu acredito piamente que todos os noticiários brasileiros deveriam ignorar solenimente a derrota brasileira. Exemplo: Não dizer nada. NADA MESMO!.
Chega de tentar ficar explicando o inexplicável. Chega de tentar achar uma resposta para a tragédia. Acabou. Estamos fora. Por isso que eu acredito que seria melhor, neste momento, nos concentrarmos apenas nas aleições para presidência e para o congresso. Isso sim é importante.
Não aguento mais ouvir todo tipo de gente dando pitaco na seleção. Tem até ajudante de cozinheiro da Ana Maria Braga dizendo porque o Brasil perdeu… Como diria o Marrentinho Carioca: “Fala Sério”.
Como não quero mais ler os noticiários brasileiros e estou deixando, por conta própria, a seleção em total ostracismo publico aqui a capa do diário argentino Olé! de hoje.

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