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Musa do Dia: Marilyn Monroe

Adoro essa foto. Feita numa calçada de Nova York, em cima das grades por onde escapam os gases do metrô. Ao mesmo tempo em que a Marilyn Monroe não mostra nada, ela mostra muita coisa e, sem falar, que ela é muito sexy.

Luli Miller

Poucos sabem quem é Luli Miller. Também poucos se dão ao trabalho de assistir a novela das 9, Paraíso Tropical. A musa de hoje, é justamente ela, Luli Miller, dona de um espetacular par de olhos azuis.

Sua estréia na TV acontece aos 29 anos de idade. Antes ela cursava faculdade de Farmácia lá no Rio Grande do Sul, na sua cidade natal de Giruá. Até ser descoberta (graças a Deus) pela escola de atores da Globo.

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A Gestante

Hoje mais cedo eu postei algo sobre manipulação semântica, utilizando uma citação Schopenhauer. Expliquei naquele post porque os discursos, de alguns políticos inclusive, se utilizam de manipulações semânticas, para convencer as pessoas sem eles necessariamente terem razão. No caso do último escândalo, envolvendo desta vez o Senador Renan Calheiros, ele se referiu a sua amante por diversos outros nomes, justamente fazendo a tal “manipulação semântica”.Pois bem, resolvi inovar e apresento-lhes a nova musa do pedaço:
A GESTANTE (para o Renan Calheiros)
ou para o pessoal da imprensa:
A MUSA DOS R$16.500,00
ou simplesmente Mônica Veloso, jornalista e ex-apresentadora do DFTV


Convenhamos, a mulher, pelos menos na foto, parece ser gata.

Aproveito para kibar um post e um vídeo publicado no YouTube, que mostra a a jornalista Mônica, na época em que apresentava o DF TV, na Rede Globo.

Clique aqui para assistir o vídeo

No blog do jornalista Alexandre Sena ele diz:

A jornalista Mônica Veloso, candidata a “musa” da atual safra de escândalos políticos, durante anos foi apresentadora do DF TV, o noticiário local da Globo em Brasília. Típica leitora de teleprompter, ela comandou o telejornal em sua fase mais insossa, no início dos anos 90, quando era um boletim mequetrefe de menos de quinze minutos, exibido antes do Jornal Nacional. À época, nem era jornalista formada – ainda cursava Comunicação Social no Ceub (atual Uniceub)

 

Marina Mantega

Até que o PT não é tão ruim assim. Basta conferir abaixo as fotinhas da filha do Ministro Guido Mantega, a Marina Mantega…
Pelo que eu li, me parece que ela é casada, é por isso que nessas horas que eu acredito no comunismo e nesses ideais de compartilhar o que é do próximo.Ela quer virar atriz, mas no momento atua apenas como uma administradora de recursos de pessoas físicas (e que recursos!) no mercado financeiro. Ah! E tem apenas 26 anos.
Marina Mantega
Marina Mantega

Jessica Simpson

Em grande estilo (e bota grande nisso) inauguro a nova Categoria deste blog-monster, a categoria “Musas”. Para o bem da humanidade usarei esse espaço para homenagear as musas que esbarram comigo pela internet.E o segundo motivo, não menos importante, entretanto mais escuso é atrair mais leitores para este blog, quando digitarem no Google “Jessica Simpson” por exemplo, o desavisado vai cair aqui.

A primeira da série é justamente a Jessica Simpson (e seu decote). Difícil imaginar que ela tem apenas 26 anos. Confira.

Jessica Simpson

 

Jessica Simpson

Muito além de um rostinho bonito

Cláudia Leitte conversa sobre música popular e
literatura e desafia imagem de ‘musa de axé’

Cláudia Leitte com o livro de seu autor favorito, Dean Koontz /
Foto divulgação (Washington Possato)

Leonardo Lichote
SALVADOR

– Uma musa de nebulizador?
- Algum problema para você? – pergunta educadamente a cantora Cláudia Leitte, gripada, antes de começar a entrevista.
Problema nenhum. Verdade que o prosaico aparelho destoa da imagem de ídolo da vocalista do Babado Novo – atual estrela da música baiana, aos 26 anos, com um histórico de 400 mil CDs e DVDs vendidos e shows grandiosos como o que levou 200 mil pessoas ao Aterro do Flamengo. Mas, se o nebulizador parece fora do lugar no figurino de musa-loura-axé-Bahia, o que dizer do gosto por Clarice Lispector e o “Fausto” de Goethe, a paixão por Etta James, por música eletrônica e pela pouco conhecida cantora de blues Susan Tedeschi,nomes que aparecem em suas falas tão naturalmente quanto os “esperados” Roberto Carlos, Jesus Cristo, Ivete Sangalo e Michael Sullivan?

Os mais desconfiados podem pensar em uma estratégia maquiavélica, uma tentativa de “reposicionamento no mercado”. Mas não parece ser simples assim, mesmo porque é a própria cantora que faz questão de separar seu trabalho daquele feito por Clarice, Goethe e cia..

- São totalmente diferentes – diz, segura, a cantora. – Clarice disse que era uma amadora, porque só escrevia o que queria, não pensava em ninguém na hora de escrever, só nela mesma. Isso é lindo, mas meu trabalho é o oposto. Eu canto para as pessoas. Não estou ali para protestar, ou para ser lírica. Tem um pouco disso tudo, mas nosso objetivo é a alegria de quem está ouvindo, ver o povo pulando. E é isso que adoro fazer, minha arte é essa.

A conversa avança e se percebe cada vez mais que a personagem “musa de axé” – Cláudia ou qualquer outra – existe de verdade apenas nas imagens chapadas das revistas de celebridade e das TVs. De perto, a coisa se complica. Para ela, a consciência do que canta (“muitas de nossas letras são superficiais”, ela chega a dizer) vem acompanhada de um prazer verdadeiro com sua arte, mas também de auto-ironia e bom humor. O sucesso “Lirirrixa” – um primor de clichê de música baiana, com seus versos cheios de “jogue a mão para cima”, “dê uma reboladinha” e “tum, tum, tum” – foi feito exatamente como piada sobre os clichês da música baiana.

- Estávamos compondo uma música cheia de dissonâncias. Alguém começou com essa brincadeira de cantar coisas que toda música baiana tem, “mão para cima”, “vai para lá”, “vem para cá”. Outro disse “está massa” e aí acabamos gravando – conta.

Cláudia Leitte canta com Carlinhos Brown durante a gravação do DVD do Babado Novo, em Salvador

No palco, a cantora escancara seu humor de referências. Há duas semanas, nas gravações em Salvador do DVD ao vivo comemorando os cinco anos de Babado Novo (previsto para ser lançado em março pela Universal, dois meses depois do CD que foi recentemente gravado num estúdio carioca), ela puxou em tom de brincadeira a “Boquinha da garrafa” e “homenageou” Daniela Mercury numa divertida imitação. A graça fica mais refinada quando pensamos que ela é descendente de uma linhagem de cantoras que tem Daniela na linha de frente – e Cláudia sabe disso! Ou seja, novamente a relação é de amor/humor. E, novamente, nada é tão simples quanto o unificador rótulo de “axé music” faz parecer.

No mesmo show, em meio a sucessos e inéditas, ela cita ainda Shakira, Nelson Gonçalves, Xuxa e um antigo comercial de Vicky Vaporub (!), em piadas/referências de um segundo, piscou-perdeu.

O apelo pop e rápido aparece também nas canções – afinal, o assunto é música popular para multidões. Arranjos de Lincoln Olivetti, um certo fascínio tupiniquim com o inglês (com o grupo, ela já gravou Led Zeppelin, Gloria Gaynor e, agora, uma música própria inédita, “Stay”), modulações de voz que remetem a cantoras gospel e do r&b contemporâneo, melodias de uma beleza direta que passeiam naturalmente do reggae ao samba de roda e, como a cantora ressalta, alegria. “Paz, carnaval, futebol/ Não mata, não engorda e não faz mal”, resume “Ensolação de coração” parceria de Carlinhos Brown e Michael Sullivan registrada no DVD. É isso mesmo, o tribalista e o hit-maker dos anos 80 já têm dezenas de músicas, sendo que outra delas está no repertório do DVD, a também inédita disco-funk “Ver-te mar”.

- Que me perdoe meu sogro (Chico Buarque), mas Sullivan é o maior compositor do Brasil. Ele vai na veia. Você ouve e entende – explicou Brown, nos bastidores do show.

Nesse nobre terreno da música popular das multidões, onde Sullivan é maior que Chico, Cláudia se sente à vontade. Nega que pense em engrenar uma carreira solo mais “sofisticada”, cantando MPB, para firmar imagem de “cantora séria”.

- Prefiro a dor e a delícia de não ser tão séria – fala, sorrindo, e dá uma pequena pausa: – Mas eu sou séria – acrescenta, deixando claro que “não ser tão séria” não implica em tratar seu ofício de entertainer como algo frívolo.

Claudinha, como é conhecida por seus fãs, fica mesmo séria quando lembra, sem citar nomes, o comentário de Pitty na entrega do VMB (ela dedicou seu prêmio às mulheres “que usaram seus cérebros e não suas bundas para conseguir alguma coisa”).

- É preconceito, desrespeito. Sou contra a vulgaridade, mas não se pode julgar o trabalho dos outros sem entendê-lo. Mesmo porque a sensualidade é uma marca da música. Diana Krall tocando piano é supersexy – opina. – É estranho esse papo de “sou roqueiro e acho que os pagodeiros tem que ser exterminados”. Falcão, do Rappa, já cantou aqui nos trios, Nando Reis [que já compôs com Wando e falou bem da banda Calypso] também.

O saudável e ingênuo mantra de Brown e Sullivan (“Paz, carnaval, futebol/ não mata, não engorda e não faz mal”) parece ecoar a todo tempo entre as palavras de Claudinha. Para a dor e a delícia da música popular brasileira, é simples assim.

Babados outros de Cláudia Leitte

Cláudia Leitte canta ‘Amor perfeito’ com Roberto Carlos no especial de fim de ano do cantor em 2005 / Foto divulgação (TV Globo)

Roberto Carlos: “Passei uma meia hora com ele [Cláudia cantou 'Amor perfeito' com o Rei em seu especial de fim de ano de 2005]. Falamos de carros e de roupas. Ele sugeriu que eu cantasse mais música romântica, porque minha voz era doce. E conhecia ‘Safado, cachorro, sem-vergonha’, queria que fizéssemos a música juntos. Vê se eu ia cantar isso para ele? (risos)”

Che: “Uma vez, num show, um rapaz começou uma briga na platéia. Falei: ‘Calma, menino. Hay que endurecer, pero sin perder la ternura ‘”

Ivete Sangalo: “É normal que as pessoas comparem, o timbre às vezes é parecido. Mas não fui concebida em laboratório, não sou um clone. E não queria ser Ivete Sangalo, porque gosto muito de ser eu”

Roupas: “Tenho figurinista só agora, já errei muito (risos). Sobre sensualidade, acho que é natural, não forço. Minha maior preocupação é poder dançar, me mexer. Uso sempre short embaixo do vestido, essas coisas. Quando estive no Faustão recentemente, fiquei tão preocupada com o decote do meu vestido que aquilo, no início, me atrapalhou”

Influências: “Gosto de muita coisa, cantava MPB e samba em bares. Adoro Djavan, jazz, blues. Mas Susan Tedeschi é a minha principal influência. Quando dei uma canja em Nova York, cantei Etta James e, depois, um acorde lá no meio me fez lembrar de um samba de Clara Nunes, que emendei. No fim, uma pessoa da platéia me disse que minha voz lembrava a de Susan. Foi a glória (risos) [nota: as duas tem o canto e o timbre realmente parecido]“

Música eletrônica: “Adoro Moby, Fatboy Slim, amo a trilha sonora de “Corra, Lola, corra”. Meu interesse é pelos timbres. E trago isso para nossa música. Na batida não mexo, é nossa assinatura. Mas os timbres de teclado eu faço questão de mudar”

Futuro: “Carreira solo? O tempo vai dizer. Sei que vai ter uma hora que o Babado Novo vai deixar de ser novo, mas nunca me preocupei com o dia de amanhã. Mas já pensei sim, em algum dia, trabalhar dirigindo um show, produzindo um disco”

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